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Não houve impulso na queda de advogada do 4º andar

Laudo sugere que não houve impulso na queda de advogada do 4º andar

Data: 31/08/2018

Um laudo da Polícia Científica do Paraná anexado ao processo sobre a morte da advogada Tatiane Spitzner aponta que não houve qualquer tipo de impulso antes da sua queda do 4º andar do prédio em que morava, em Guarapuava, no Paraná.

Na madrugada de 22 de julho, Tatiane foi encontrada morta dentro do apartamento após cair do 4º andar do prédio em Guarapuava. O marido Luis Felipe Manvailer é acusado pela morte da advogada, mas nega as acusações.

De acordo com o Paraná Portal, os peritos afirmam que não há elementos técnicos científicos que possam determinar apenas um tipo de queda. O documento destaca duas hipóteses: queda acidental, proveniente de um desiquilíbrio involuntário, ou abandono de corpo inerte.

"A mureta da sacada possui altura total de aproximadamente 93 cm (noventa e três centímetros), confeccionada em concreto na região inferior com mais 30 cm (trinta centímetros) de vidro e borda em metal, totalizando 1,23 m (um metro e vinte e três centímetros) de altura total aproximada. Esta altura impossibilita a passagem para o lado externo de maneira ágil, contradizendo o que o depoente declarou", diz o documento.

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