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Relógio terá revival com escultura

Relógio terá revival com escultura no cruzamento da 14 com a Afonso Pena

Data: 08/03/2019

O relógio da 14 de Julho terá revival na obra do Reviva Centro, com uma estrutura metálica vazada, mas sem marcar as horas, colocada no cruzamento com a avenida Afonso Pena. O local é o mesmo do primeiro relógio, que foi instalado em 1933 e era o marco zero da então cidade.

O símbolo foi demolido na década de 1970. Em 1999, uma réplica foi erguida no cruzamento da Calógeras com a Afonso Pena. A inciativa foi do movimento rotariano em comemoração aos 100 anos de emancipação política da Capital.

Desde então, entre idas e vindas, por muitos anos sem funcionar, o relógio marca ponto no noticiário e na vida campo-grandense. Em 2012, a polêmica foi em razão da grafia do número quatro em algarismos romanos representada por IIII e não por IV. A escrita, presente em boa parte dos relógios com algarismos romanos, é arcaica e era utilizada nas máquinas na década de 1930.

No ano passado, a base que sustenta o monumento foi rabiscada com o símbolo do anarquismo, teoria política que defende a inexistência de um governo. A pichação foi por pouco depois da entrega do monumento revitalizado, que recebeu o nome de Doutor Renato Barbosa de Rezende. Falecido em 2014, ele foi presidente da comissão que trabalhou pela revitalização do relógio, na época das comemorações do centenário de Campo Grande.

Reviva - O contrato de revitalização da rua 14 de Julho vai até 20 fevereiro do próximo ano. A obra é custeada com empréstimo de US$ 56 milhões do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).

Ao todo, são 12 quadras, com total de 1.400 metros. Após o pavimento, começam as intervenções de paisagismo, com árvores do Cerrado, instalação de bancos para espaços de convivência. Tratada como um shopping a céu aberto, a rua vai priorizar o pedestre.

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