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Arte da Gente oferece gastronomia do cerrado...

Arte da Gente oferece gastronomia do cerrado a utilidades domésticass


A Feira Arte da Gente realizada pela Prefeitura de Campo Grande através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e de Ciência e Tecnologia (Sedesc), continua nesta quinta-feira (09) na Praça Esportiva Belmar Fidalgo. Aberta oficialmente na última quarta-feira (8) a feira conta com a participação de 32 empreendedores, sendo 14 artesãos, 6 designers e 12  empreendedores da gastronomia e nutrição.

A feira, voltada para o setor de economia criativa, acontece das 9h às 21h. O público terá a oportunidade de conhecer e adquirir produtos artesanais expostos pelos empreendedores  que vão desde utilidades domésticas, chocolates artesanais, quadros, produtos em crochê, alimentos gourmet, fitness e típicos do cerrado. Quem visitar o loca também poderá contar com atendimento de nutricionistas no Espaço Saúde montado para orientações e aferição de pressão.

 

Ao abrir oficialmente a Feira, o prefeito Marquinhos Trad destacou que a feira é uma forma de contribuir para a geração de renda local. “Esse é um setor importante porque gera renda e emprego num momento importante de recuperação da economia brasileira”, afirmou.

O secretário da de Desenvolvimento Econômico, Herbert Assunção, comemorou o resultado positivo do primeiro dia do evento e a expressiva participação de empreendedores, confirmando a possibilidade de realização de novas feiras para fomentar o setor. “É importante esse apoio aos pequenos empreendedores da economia criativa e o fortalecimento deles com a geração de renda e consequentemente o desenvolvimento integrado do município”, afirmou Herbert.

Geração de renda
Economia criativa é o conjunto de negócios baseados no capital intelectual e cultural e na criatividade que gera valor econômico. A indústria criativa estimula a geração de renda, cria empregos e produz receitas de exportação, enquanto promove a diversidade cultural e o desenvolvimento humano.

O termo Economia Criativa foi inventado em 2001 por John Anthony Howkins, autor e pesquisador inglês de Economia Criativa que teve papel importante no desenvolvimento do setor na China. Howkins lançou o livro “The Creative Economy”, no qual reuniu conceitos até então não plenamente mapeados sobre como a criatividade e a inovação interferem na economia. A partir daí, a Economia Criativa ganhou o mundo e os empreendimentos inovadores, criativos, ligados à arte, design, harmonia e beleza, entraram de vez no ramo dos negócios.

Os segmentos criativos podem ser alinhados de acordo com suas afinidades setoriais em quatro grandes áreas: Consumo (design, arquitetura, moda e publicidade), Mídias (editorial e audiovisual), Cultura (patrimônio e artes, música, artes cênicas e expressões culturais),  Tecnologia (P&D, biotecnologia e TIC).

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