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Nova 14 de Julho

Moradores experimentam nova 14 de Julho e já pedem lojas abertas até mais tarde

Data: 18/07/2019 Fonte: www.campograndenews.com.br

Com a revitalização, a calçada está mais larga, e tem bancos para sentar descansar e apreciar a paisagem

 

Sem o vai e vem de pessoas e veículos, à noite já é possível sentir a transformação na mais tradicional rua do comércio de Campo Grande. A 14 de Julho é outra desde o fim da primeira fase de revitalização. As calçadas ficaram largas, os postes de iluminação modernos, há bancos de concretos e os paralelepípedos tomaram o lugar do asfalto, dando aquele charme especial de interior à rua mais movimentada do Centro.

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Quem passa sente várias diferenças, como o fim do tumulto nas calçadas, e aproveita a nova estrutura para apreciar a paisagem e imaginar como deve ficar o céu depois da retirada das fiações expostas.

“Está ficando bonito, é uma inovação e tem que retirar os fios. Venho a cada 15 dias para fazer compras e antes, não tinha onde sentar. Agora tem, até comprei churros e sentei-me para comer, tranquilo. Antigamente, tinha que ficar em pé naquela correria”, comenta o aposentado, Cleto Rodrigues Ferreira, 60 anos.

Cleto Rodrigues Ferreira comenta sobre o que achou do visual da 14 de Julho (Foto: Paulo Francis)

Ele esteve no local acompanhado da esposa, Andreia Bertan, a procura de um sofá. Após se cansarem de visitar as lojas, sentaram nos bancos para descansar e jogar conversa fora. No bate-papo, Cleto aproveita para defender outro horário de funcionamento após a conclusão do projeto. “Quando chega às 18h fecha tudo, não fica uma alma. Mas agora, com a iluminação e bancos, as pessoas vão poder vir mais vezes, trazer a família. Lembro da minha infância, a gente vinha olhar as vitrines, tomava sorvete e voltava”.

A esposa Andreia compara a nova 14 com cidade do interior do Paraná. “Está estilo Marechal Cândido Rondon, porque lá que tem um calçadão assim. Está bonito, isso era o que faltava em Campo Grande porque transmite uma sensação de aconchego, dá motivo para querer ficar aqui não é só o atrativo visual”, falou.

O professor Luiz Carlos Saraiva é de Terenos, mas pelo menos uma vez por semana está em Camo Grande (Foto: Paulo Francis)

Degilson Alves trabalha na calçada da Rua 14 e contou que as pessoas estão menos apressadas (Foto: Paulo Francis)

Degilson Alves trabalha tocando violão e cantando música gospel, sentado no chão da calçada há três meses. Sentiu a dificuldade da crise financeira e resolveu dar a cara a tapa no Centro, para que as pessoas o conheçam e o ajudem.  Nesse tempo, já sentiu a diferença nos negócios. “Estão parando mais para me ouvir. Antes era mais correria, mas quando as obras terminarem vai ficar melhor”.

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